segunda-feira, 22 de outubro de 2012

domingo, 21 de outubro de 2012

Dias 13, 14 e 15: de Salta a Campo Grande - 1.900 km

Dia 13: Salta a Resistência - 800 km
Saímos de Salta em torno de 8 hs, depois de abastecermos as motos na saída da cidade. Salta para mim é especial, foi a primeira cidade que conheci, e que gostei, quando fiz a minha primeira viagem longa de moto, em 2009. Vale a pena passar um ou dois dias por lá, com certeza! Tocamos firme por 38 km, por uma boa pista dupla, até o trevo que vai para Jujuy (esquerda), ou para o Chaco (direita). Seguimos pela direita, andamos mais uns 70 km de pista dupla, para então sair para a esquerda, sentido El Galpon/Joaquin V. Gonzales, aonde abastecemos, após rodarmos uns 220 km. À partir deste trecho, a estrada piora bastante, com pista simples, sem acostamento, e tem muitos animais soltos, porcos, cabras e cachorros. Mas a nossa tocada, de 120 km/h, é bastante segura. Mesmo assim tem que pilotar 100% atento. Andamos mais 165 km e paramos novamente em Monte Quemado, para abastecer. Já eram 11:30 hs mais ou menos, e lá encontramos um casal de brasileiros, de Florianópolis, que estavam em San Pedro de Atacama, almoçando. Aproveitamos e também fizemos um lanche (Lomito com pan e ensalada, com suco de Manzana). Fiquei encucado, depois que saí, fiquei pensando, e cheguei a conclusão que o frentista me roubou em $15 no abastecimento, pois as motos do Casão e do Padilha gastam como a minha, e paguei mais caro. Com certeza ele não zerou a bomba, pois na hora de abastecer veio correndo com pressa, dizendo que a luz havia acabado, etc... Nesta região, isto acontece. A polícia corrupta até que diminuiu, desta vez não nos abordaram, só paravam para perguntar da onde éramos e para onde íamos. Fiquei com raiva, não pelo valor, mas pela "esperteza" do vagabundo, que se achou esperto... Após o almoço, o calor veio forte, 32 graus, mas ventando. Paramos novamente em Pampa de Los Guanacos, a 110 km, e lá encontramos um motociclista solitário, um gaúcho. Logo saímos, e ele nos acompanhou por um tempo, só que depois sumiu. Nossa última parada foi em Presid. Roque Saenz Peña, depois de 170 km, aonde abastecemos e descansamos um pouco. Chegamos em Resistência às 17 hs. A entrada da cidade é bastante movimentada, quase presenciamos um acidente com um carro, e merece todo o cuidado. Fui direto para um posto, abastecemos, e coloquei no gps o endereço de um hotel indicado por um amigo (Niyat Urban Hotel). Fomos em direção ao centro da cidade, mas não consegui achar o hotel. Resolvi verificar em um outro hotel (Covadonga), que fiquei em 2009, perto da praça central. Achamos vaga e ficamos por lá mesmo. O custo da diária foi de $380 pesos argentinos por quarto duplo, com estacionamento e café da manhã, cerca de R$ 190,00. Saímos à noite, e fomos comer uma pizza em frente à praça. O Osmar não quis, e depois o acompanhamos em outro local, pois ele queria comer uma carne. As coisas na Argentina subiram  muito, em relação a 2009 e 2011. A gasolina está custando cerca de $7,60/litro, ou R$3,45. Comida também está caro, uma refeição não sai por menos de R$ 40,00. Depois fomos dormir, cansados mas felizes!
Dia 14: Resistencia a Ponta Porã - 780 km.
Acordamos, tomamos café, depois colocamos as roupas de viagem, e saímos, antes das 7 da manhã. Seguimos ao norte, rumo a Formosa e Clorinda. Tinha várias barreiras policiais pelo caminho, mas nenhuma nos parou, apenas perguntavam para aonde íamos. Antes de Formosa, começou a garoar, paramos, abastecemos e colocamos capa de chuva. Mas quando saímos, já havia parado, e não pegamos chuva alguma! Às vezes isto acontece... A temperatura agradável, 22 a 25 graus, não estava calor. Ainda. Chegamos em Clorinda, enchemos os tanques, e fomos para a divisa com o Paraguay, isto tudo antes das 11 hs da manhã. O dia rendeu! A aduana Argentina/Paraguay é uma verdadeira bagunça, despachantes nos cercam e nos indicam aonde parar a moto e aonde ir, tudo por uma gorjeta no final. Lá mesmo, tudo junto, você dá saída da Argentina, e dá a entrada no Paraguay, sua e da moto. Aproveitamos e fizemos um cambio de US$ 50,00 em guarani, para pagar abastecimentos e comida. Acho que gastamos uns 40 minutos para fazer isto tudo. Saímos, o Padilha achou que ainda tinha outra aduana, e perguntou para uma viatura da polícia paraguaya aonde era a aduana. Pra que... Eu parei para esperá-lo, e os guardas vieram, me pediram documentos, etc... Achei que ia ser achacado e iam pedir dinheiro, mas logo o Padilha chegou, e entendi o porque de terem me parado. Acharam que havíamos passado sem dar a entrada no Paraguay. Como estava tudo certo, me liberaram. Seguimos, passando por fora de Assunción, depois entramos à esquerda, rumo a Emboscada e San Estanislau, no Chaco Argentino. Seguimos por aquela estrada, altitude de 60 metros, praticamente nível do mar, e nada de chuva, apesar das ameaças. Não aguentei e parei para retirar o forro de chuva da jaqueta, pois o calor estava forte. Depois de 165 km, em San Estanislao, paramos para abastecer, e bem ao lado tinha um restaurante bonito e bem arrumado. Fomos almoçar, comemos um filé de surubim com arroz FRIO e salada. Seguimos mais 170 km até o trevo de Iby-Yau, aonde paramos para o último abastecimento antes de chegarmos ao nosso querido Brasil. Rodamos os 100 km restantes, ansiosos, passando por várias barreiras policiais, no entanto nenhuma nos parou, todas mandavam seguir. O Paraguay melhorou demais, pelo menos eu achei, parece que acabou aquele negócio de propinas e pedição de dinheiro da polícia. Chegamos em Pedro Juan Caballero, às 17:03 hs horário de Brasília, 16:30 hs horário MS. Como é bom chegar ao Brasil! Fomos direto para a aduana paraguaya, carimbar o passaporte, dar a saída daquele país. Ficamos em dúvida, se tínhamos ou não que dar "entrada" no Brasil, já que havíamos dado a saída, lá em Assis Brasil, no Acre, e até carimbado o passaporte. Fomos na sede da Polícia Federal, e lá carimbaram os nossos passaportes, por via das dúvidas. Fomos para o hotel HERVAL, aonde descansamos e nos preparamos para sair à noite, com o compadre do Padilha. O Moura não quis ir com a gente, pois queria comer feijão com arroz de qualquer jeito, e saiu sozinho, de moto. Nós saímos de carona, e fomos comer um filé de peixe, no Paraguay. Voltamos cedo, e fomos dormir.
Aduana Argentina - Paraguay


Aqui saímos da Argentina e entramos no Paraguay


Abastecimento em Iby-Yau
Dia 15: Ponta Porã a Campo Grande - 330 km
É o dia da chegada. Os amigos e as famílias combinaram de nos encontrar na estrada, em um restaurante há 50 km de Campo Grande. Saímos 8 hs, e fomos administrando o tempo, para chegarmos lá ao meio dia. Paramos para abastecer em Dourados, e para tomar um suco, antes de Rio Brilhante. Enfim, chegamos no ponto de encontro, o restaurante Ingazeiro, do meu primo William e sua esposa Dna Maria Augusta, excelente cozinheira, para um almoço típico sul-matogrossense, leitoa assada, bife de picanha, frango caipira, arroz com guariroba, e FEIJÃO! Fazia tempo que não comia tão bem assim! A recepção como sempre foi calorosa, muitos abraços e sorrisos, apertos de mão, perguntas e respostas. A chegada em casa com certeza é uma parte importante da viagem, pois chegar na sua casa é bom demais! Almoçamos, e seguimos os 50 km restantes, para acabar de chegar em casa. A minha família não pode ir, tinham vários compromissos, etc... Cheguei na porta da minha casa ás 14 hs, já nem esperaram, abriram o portão, e os meus filhos vieram me abraçar ainda na moto. Isto é bom demais! Fui descarregar a moto, enquanto contava sobre a viagem, sobre cada dia, o que conseguia me lembrar ali naquela hora. Enfim, contar aquilo que vivi, e que vai ficar comigo para o resto da minha vida! Só quem viaja sabe!
Espero fazer uma outra viagem, ano que vem, ainda não sei para onde, nem o destino, nem o rumo. Mas só sei que vou! Um grande abraço, e obrigado por nos acompanhar por estes dias tão bons!
Os amigos esperando...

A Chegada...



As familias, os reencontros...

Todos queriam saber tudo, ao mesmo tempo...




quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Dia 12: San Pedro de Atacama a Salta - 595 km

Hoje saímos de San Pedro às 8:30 hs, após fazermos a saída na aduana. Colocamos todas as roupas de frio, já preparados para a nossa última cruzada pela Cordilheira dos Andes da viagem. Foi acertado, pois logo depois de uns 50 km, saímos dos 2,5 mil metros de San Pedro e atingimos quase 5 mil metros de altitude. O termômetro despencou, e pegamos a temperatura mais baixa da viagem, mais baixa inclusive do que o dia que pegamos neve. O termômetro da moto marcou incríveis 2 graus negativos! Não houve neve, pois estava seco e com sol, mas o frio era muito forte! Manoplas que aquecem servem para estes dias, e o amigo Osmar Moura penou, pois a moto dele não tem (Honda Varadero). Ele quase congelou os dedos, chegou a perder a sensibilidade das mãos, e teve que parar e segurar por um tempo na manopla da moto do Casagrande. Depois esquentou, e melhorou bastante. Depois de 160 km, chegamos no Passo de Jama, na aduana argentina, que estava completamente vazia, fizemos tudo em menos de meia hora, e seguimos viagem. Fizemos um lanche em Susques, abastecemos, e continuamos a nossa descida. Passamos por aquela salina, que passei em 2009, mas não nos deixaram entrar com as motos lá dentro.
Logo chegamos em Purmamarca, aonde paramos para tirar fotos. Antes descemos os caracoles, muitas curvas, acho que vamos ficar com saudades destas curvas!
Para não esquecer por completo, em Jujuy eu entrei pela estrada vicinal, por El Carmen, para Salta. Esta estrada é muito estreita, e cheia de curvas. Gastamos quase 2 horas para andar 100 km! Chegamos em Salta às 16:30 hs, calor de 30 graus, contrastando com o frio que pegamos cedo! Fomos direto para o hotel que tinha reservado pela internet, mas não houve condições de ficar ali, hotel muito velho, beliches, coisa feia mesmo, resolvemos procurar outro local. Fomos para a direção da plaza de armas, e logo achamos alguns hotéis bons e com bom preço. Ficamos no Brisas de Salta, em um quarto quadruplo muito bom. Aliás ontem também, ficamos em um quarto quádruplo em San Pedro... É engraçado, todos juntos, como é diferente, e há um melhor entrosamento.
Amanhã saímos cedo, rumo a Resistencia, no Chaco Argentino. Calor, muito calor, e retas intermináveis, por quase 800 km!
Sábado se Deus quiser chegamos em casa!
Abraços a todos!











terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dias 8, 9, 10 e 11: Arica, San Pedro e Salar de Uyuni

Com a correria e muita coisa pra fazer ao mesmo tempo, quase não estou tendo tempo para mexer com o blog. Vou resumir:
Dia 08: Arequipa a Arica, 430 km. Saímos de Arequipa, passamos por Moquegua, almoçamos em Tacna e fomos direto para a aduana, que fica só a 40 km de Tacna. O posto da Aduana Peruana ali é muito bonito e bem organizado, bem diferente daquele de Iñapari. Em 1 hora fizemos todos os trâmites, e fomos para a aduana Chilena. Mais uma hora. Chegamos em Arica no final da tarde, direto para o hotel "Arganda del Rey", que havia reservado pelo site Booking.com. Muito ruim! Talvez o pior da viagem até ali, só empatando com o de Rio Branco. Mas tá bom! Saimos pra jantar, e no outro dia cedo saímos, com destino a San Pedro de Atacama.
Dia 09: Arica a San Pedro, 690 km. Esta viagem é por uma estrada com muitas retas. Do lado esquerdo, o deserto do Atacama, do lado direito, o oceano pacífico. No entanto pegamos alguns trechos com muitas curvas e neblina intensa. Tomamos um lanche em um posto fiscal de controle veicular, que nos parou, e chegamos em San Pedro às 16:30.
Dia 10: San Pedro a Uyuni, 410 km, de jipe 4x4. O pacote foi fechado antes, pela internet, e a van nos pegou no hotel às 8 em ponto da manhã. Seguimos para a aduana chilena dar a saida do Chile, e depois rodamos uns 45 km até a divisa com a Bolívia, para dar entrada lá, e trocar de carro.
Pessoal, esta história é mais longa, e eu acabo de contar depois, pois já está ficando muito tarde, e amanhã acordamos cedo!
Para resumir um pouco, ao invés de 3 dias, encurtamos para 2, e voltamos hoje. Todos passaram mal com a altitude, eu e o Padilha um pouco mais, mas já estamos bem. Por isso voltamos antes. Mas vimos o salar, é maravilhoso mesmo, e valeu a pena ter ido lá!















Abraços!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Dia 07: Cabanaconde a Arequipa - 210 km

Ontem foi uma janta maravilhosa. O hotel nos surpreendeu MESMO, foi a melhor comida que provamos até agora no Peru! Consegui jantar algo, depois de 3 dias tomando só sopa. Sono reparador, com um silêncio absurdo. Saímos do hotel às 8 hs mais ou menos, já de mala e cuia, com toda a bagagem, e fomos direto para o mirante CRUZ DEL CONDOR, a 10 km dali, tudo asfalto, já no caminho para Arequipa. Temperatura 10 graus. Lá chegando, já haviam várias vans cheias de turistas, acho que pelo menos umas 15 ou 20, com um monte de gente esparramada por ali, na beira do canion, esperando os condores, com as suas máquinas fotográficas potentes e de tudo quanto é modelo e marca. Tirei o capacete e a luva, peguei a filmadora e a máquina fotográfica, enfiei no bolso, e fui para a beira do abismo. Dei de cara com uns dois condores sobrevoando o canion, bem tranquilos. Um mais escuro, amarronzado, que é um "filhote" crescido, e o outro já com as penas brancas no pescoço e sobre as asas, sinal de que já é maduro. Maravilhosos! Tinha um guia ao meu lado, me disse que chegam a 3,10 metros de envergadura, e 15 quilos. Baita urubuzão, como diz o Osmar! KKKK! Não é fácil ver estas aves, como já disse, e aquele momento ali foi único! Logo chegaram mais uns dois ou três condores, e ficaram ali, sobrevoando a pequena multidão de turistas, todos boquiabertos, falando uau! Era só click, click e mais click. Tinha gente do mundo inteiro, alemão, italiano, chinês, coreano, americano, francês, inglês, etc... E nós, brasileiros... Tirei foto e filmei bastante, todos tiramos, e ficamos vendo chegar uma verdadeira fila de vans e microônibus, mais de 30, aquilo ali virou uma bagunça! E a estrada até Chivay é de rípio... Assim que todas chegaram, a poeira abaixou e parou de chegar van, pegamos as motos e saímos. Ficamos acho que uns 40 minutos tirando foto dos condores. Tocamos bem no rípio, parece que fica mais fácil quando já se conhece, passamos naquele túnel, paramos pra tirar foto novamente, e gastamos pouco mais de 1 hora pra chegar em Chivay. Novamente o pessoal da manutenção foram os responsáveis pela emoção deste trecho, pois remexeram a estrada, foi apertado pra passar! As motos estão muito pesadas, já viu... Fomos direto ao único posto de gasolina da cidade, para calibrar os pneus e abastecer. Só eu não abasteci, pois com a moto fazendo 20 km/litro e um tanque de 33 litros, dá pra andar quase 700 km... Novamente subimos a grande montanha, e fomos a 4.910 MSNM, aonde fotografamos ontem. Mas hoje estava com o sol a pino, sem vento e bem mais gostoso. Antes de chegar no trevo para Arequipa-Puno, paramos para um café. Havia um condor sobrevoando a estrada, um pouco antes... Haviam muitos turistas por lá, e perguntaram muito das motos e da viagem. Logo montamos nas motos e seguimos viagem. A estrada até Arequipa (80 km), é linda, descendo a montanha, com muitas curvas, e a vista maravilhosa. Só chegando em Arequipa, fica muito feio, sujeira, tem uma fábrica acho que de cimento, muito grande, e a periferia é um caos, trânsito completamente louco, ninguém é de ninguém, não respeitam, e tem que ter muito cuidado. Eu já tinha o endereço do hotel no gps, e ia direto pra lá, quando parei para abastecer, desta vez a minha moto. O Casão conheceu um motociclista ali no posto, que disse a ele que havia BMW em Arequipa, e que poderia nos levar lá. Fomos atrás dele, meio desconfiados de "golpe", mas fomos. Realmente havia, o cara é muito gente fina, acabou de comprar uma G650, nem pegou ainda, está esperando. Nos atenderam muito bem, muita conversa. Paramos as motos lá dentro da oficina, o Casão queria ver o assunto do vazamento de óleo e o Padilha um pisca novo pra moto dele. Eu e o Osmar, como não tínhamos nada pra ver, fomos para o hotel, tomar um banho e sair para comer alguma coisa, afinal já era passado das 14 hs. Achei o hotel com o GPS, mas ele sempre erra o número, e às vezes a mão da rua também. Com todos buzinando atrás, começa a estressar... Passamos por um alemão viajante de moto, procurando hotel também, um alemão, em uma BMW R1100 ano 93. O cara falava português mais ou menos bem, mas não quis ficar no nosso hotel, que reservei ontem pelo booking.com, chamado Casona Terrace Hotel, bem pertinho do centro. Disse que pra ele não dava, e que iria acampar em algum lugar. Pelo jeito, está dando a volta ao mundo, e a grana está contada! Acabamos achando o endereço do hotel, só que para entrar lá dentro, no "estacionamento" tem que ter curso de pilotagem. É um beco, com uma rampa e um degrau pra subir, e tem que parar o trânsito para entrar, mas deu tudo certo. Tomamos um banho, e saímos, eu e o Osmar. O Hotel fica a 1 quadra da "Plaza de Armas" de Arequipa. Para quem não sabe, todas estas cidades do período colonial espanhol, tem uma praça de armas, que era o local central da cidade, aonde todos se reuniam, um tipo de centro cultural antigo. Geralmente tem uma ou até duas igrejas, é rodeada por construções em arcos, e quase sempre tem uma estátua ou uma fonte de água no meio. Vale a pena ir conhecer, pois ali tudo acontece, além de ser muito bonito. Agora, o Padilha e o Casão já chegaram, deu tudo certo, o problema com o vazamento da moto do Casão era simplesmente filtro de óleo mal apertado, estava totalmente frouxo! Eita revisão... Tem que puxar a orelha do pessoal da Raviera...
Amanhã sairemos do Peru, por Tacna, e entraremos no Chile, provavelmente dormindo na cidade de Arica, perto da divisa, pois Iquique fica muito longe, e ainda tem as aduanas pra fazer, sair do Peru e entrar no Chile. Andaremos ao nível do mar. Finalmente. Chega de altitude... Mas o Salar me espera...
Um grande abraço a todos!











Quem sou eu

Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brazil
49 anos, casado, zootecnista, empresário e motociclista.